Porvir


poesia

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Lembro-me bem! Era tempo de verão invencível, quando o aroma morreu na retina. No horto só havia crina de sal, búzios escondidos nas cascas.

Selvagem, cavalguei ao acaso a procura do nevoeiro e da brisa fria, descobri que só as tempestades não envelhecem. Sarcásticas elas não chegaram para guardar água na talha.

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